My experience at the African CSO Consultative Meeting for the Beijing +25 Review
Mangia Macuacua, Mozambique
Thu 12/12/2019, 12:00

Find the original version in Portuguese below.

I am Mangia Macuácua from Mozambique and member of Movfemme and YAFD (Young African Feminist Dialogues). This year I had the opportunity to be attending the African Civil Society Consultative Meeting for the Beijing +25 Review, held in Addis Ababa Ethiopia. This was a very important experience for African feminist youth movements and various regional women's human rights organizations and networks, as we had the opportunity to voice our challenges as well as share youth approaches to understanding the human rights of young women and girls. The most important aspect for me  during the 5 days was to be able to highlight the need to recognize the diversity of women with a focus on young women regarding access to information on sexual health and sexual and reproductive rights services without discrimination. Another particularly important point highlighted was the need to prioritize the human rights of women with disabilities, LBTQ women and sex workers, as subjects of rights. Ultimately, my key reflection after this space as a holder of a Degree in culture is: No culture, not even tradition, is above human rights.

 

Portuguese

Eu sou Mangia Macuácua de Moçambique e faço parte do Movfemme e da YAFD, tive este ano a oportunidade de estar a participar do Encontro Consultivo da Sociedade Civil Africana para a Revisão do Beijing +25, que decorreu em Addis Abeba Etiópia. Esta foi uma experiência muito importante para os movimentos das jovens feministas Africanas e várias organizações e redes regionais pelos direitos humanos das mulheres, pois tivemos a oportunidade de incluir os nossos desafios, assim como abordagens juvenis para a compreensão dos direitos humanos das mulheres jovens e raparigas. O aspecto mais relevante durantes os 5 dias foi poder visibilizar a necessidade do reconhecimento da diversidade das mulheres com enfoque as mulheres jovens no que tange ao acesso à informação e serviços de saúde sexual e direitos sexuais e reprodutivos sem discriminação. Outra ponto sobejamente importante é da necessidade de priorizar os direitos humanos das mulheres com deficiência, mulheres LBTQ e mulheres trabalhadoras de sexo, colocando as como sujeitas de direitos. E por eu ser formada em área cultural  digo com muita veemência dizer que nenhuma cultura e nem mesmo a tradição estão acima dos direitos humanos.

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